Um coração ardente de Lygia Fagundes Telles é minha última leitura.

"Lygia Fagundes Telles já declarou em uma entrevista: “A criação literária? O escritor pode ser louco, mas não enlouquece o leitor, ao contrário, pode até desviá-lo da loucura."


O livro apresenta dez contos eu não conhecia alguns e fui felizmente surpresa porque são muito ons emocionantes e fazem um mergulho profundo na alma de personagens magníficos, representam pessoas que têm realmente um coração ardente e se aventuram em seus sonhos, fantasias, tristezas e devaneios como só pessoas especialmente sensíveis podem fazer.
Os contos são:
Um coração ardente
Dezembro no bairro
O dedo
Biruta
Emanuel
As cartas
O noivo
A estrela branca
O encontro
e As cerejas.

Eu gostei muito de todos os contos, mas acho que realmente Um coração ardente é o meu favorito porque eu me identifiquei muito com o personagem. Mas Biruta é particularmente emocionante a história de um menino órfão e seu cachorro pode comover até as pedras.
Lygia Fagundes Telles segue sendo uma de minhas escritoras favoritos e recomendo muito essa leitura.



"quando as emoções falam mais alto do que a lógica a coisa vai ficando perigosa, está me compreendendo?"


O profissional de Letras deve estar preparado para estudar a vida inteira e nunca se cansar de ler Já na Graduação entramos em contato com um mundo fascinante de textos sobre os diversos aspectos da linguagem. E quando inseridos no mercado de trabalho, precisamo continuar a formação procurando cursos livros e artigos de especialistas, pois felizmente as pesquisas na área não param.
Por enquanto elencarei nessa postagens algumas leituras iniciais para quem está interessado no curso ou já estudando e que foram muito significativas para a minha formação.

            Formalismo e funcionalismo: uma análise da complementariedade dessas correntes linguísticas Paulo Henrique Passos de CASTRO1

As línguas gerais sul-americanas (Rodrigues 1996)



História concisa da linguística

Há algum tempo que se sentia a falta de uma obra que apresentasse uma visão mais completa e atualizada da história das idéias linguísticas no Ocidente. Ao contrário de outros autores, que costumam encerrar seus relatos com o surgimento da linguística moderna no final do século XIX, Barbara Weedwood avança até chegar ao início do século XXI, apresentando um amplo painel das escolas linguísticas modernas e contemporâneas, sem descuidar da influência exercida por estudiosos de outras áreas sobre as investigações da linguagem humana. Numa linguagem extremamente acessível para leigos e recém-iniciados, Barbara Weedwood constrói um painel sucinto, mas bem rigoroso, da história das ideias sobre língua e linguagem na tradição cultural do Ocidente. Partindo de Platã





Introdução à Análise do Discurso


A língua é um fato social cuja existência se funda nas necessidades de comunicação. O discurso é o ponto de articulação dos processos ideológicos e dos fenômenos linguísticos. Partindo do pressuposto de que o discurso “materializa o contato entre o ideológico e o linguístico no sentido de que ele representa, no interior da língua, os efeitos das contradições ideológicas”, a análise do discurso apresenta-se como uma disciplina não acabada, em constante mudança, em que “o linguístico é o lugar, o espaço que dá materialidade, espessura a ideias, temáticas de que o homem se faz sujeito, um sujeito concreto, histórico, porta-voz de um amplo discurso social”.






Para compreender Saussure: Fundamentos e visão crítica








História Concisa da Literatura Brasileira







Arte Poética





Introdução à Teoria da Literatura



"Acho que se podia definir a aventura assim: um acontecimento que sai do ordinário, sem ser forçosamente extraordinário. Fala-se da magia das aventuras."

"Quando se vive, não sucede nada. Os cenários mudam, as pessoas entram e saem; é tudo. Nunca há princípios. Os dias sucedem aos dias. sem tom nem som; é um alinhamento interminável e monótono."

"Mas quando se conta a nossa vida, tudo muda; somente, é uma mudança que ninguém nota: a prova é que se fala de histórias verdadeiras. Como se pudesse haver histórias verdadeiras! Os acontecimentos produzem-se num sentido e contamo-los no sentido inverso."

"Tenho a impressão de ter aprendido nos livros tudo o que sei da minha vida."




O professor universitário Douglas Tybel de uma faculdade do norte do Espirito Santo desenvolveu um Software Orientador de TCC para seus próprios alunos a fazerem desde artefatos mais comuns como artigos científicos e TCC a outros mais complexos como Dissertações e Teses.

O propósito inicial é que por meio desse Software denominado Monografis, os estudantes possam confeccionar seus próprios trabalhos sozinhos de forma rápida e sem depender exclusivamente do Orientador.
Veja mais:
PROFESSOR CRIA SOFTWARE ORIENTADOR DE TCC A PROVA DE FALHAS


"Ficar desempenhando o papel de alma caridosa era apenas para os que tinham medo de tomar atitudes na vida. Sempre é muito mais fácil acreditar na própria bondade, do que enfrentar os outros e lutar por seus direitos. Sempre é mais fácil ouvir uma ofensa e não revidar, do que ter coragem para meter-se num combate com a alguém mais forte; sempre podemos dizer que não fomos atingidos pela pedra que nos atiraram, e só de noite que podemos chorar em silêncio a nossa covardia."




"Quando o homem sofre deveras, deseja nos raptos do alucinado orgulho, ver tudo derrocado pela fúria dos temporais, em harmonia com a tempestade que lhe vai no íntimo."

"Às vezes sinto necessidade de morrer, como pessoas acordadas sentem necessidade de dormir. (Madame Du Deffand)"

"Ué – exclamou ela –, pois amor é sofrimento? – Amor é sofrimento, quando a gente não sabe se a paixão é aceita, quando se não vê quem se adora; amor é céu, quando se está como eu agora estou."






Editado: sorteio encerrado. A vencedora já foi comunicada e pode enviar seu endereço.



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Estou iniciando uma lojinha no Mercado Livre de artigos de papelaria e para começar bem, vou realizar esse sorteio.



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Acho que nauseante define bem a história de Jantar Secreto, livro de Raphael Montes, depois da leitura fica até difícil saborear uma boa refeição  sem sentir o estômago revirando ao lembrar das descrições dos matadouros e pratos servidos nesses jantares secretos.
Tudo começa com os amigos Dante, Hugo, Miguel e Leitão que saem de sua pequena cidade Pingo dÁgua para cursar faculdade no Rio de Janeiro, eles passam um tempo se virando, mesmo com algumas dificuldades financeiras em meio à crise do país.. Até que um dia Dante é procurado pelo corretor do apartamento em que eles moram porque o aluguel está atrasado em seis meses. Os amigos passavam o dinheiro para Leitão e ele fazia o pagamento, mas há seis meses gastava o dinheiro com a namorada. 

Leitão tem uma história complicada, ele perdeu a mãe na infância, mas finge que ela está viva, é muito obeso, mas não faz nenhum esforço pra mudar isso, passa os dias comendo e jogando online, desistiu logo da faculdade, ganha dinheiro em pequenos golpes online. Ele começa a namorar uma garota de programa que os amigos contrataram como presente de aniversário pra ele, Cora, uma prostituta que quer ser poeta.
Com a crise, eles estão perdidos sem ter como repôr o valor do aluguel. Dante fez administração, mas trabalha como livreiro, é o único que teria como pedir ajuda dos pais, mas se recusa, Miguel faz medicina e gasta seu pouco dinheiro com o tratamento da mãe com cancêr, Hugo é um chef de cozinha esnobe, mas não tem reconhecimento.
Uma vez Dante contou uma história sobre um homem que comeu a carne da própria esposa pensando que era carne de gaivota. Lembrando dessa história surge a ideia de fazerem um jantar secreto de carne humana, oferecem na internet e na mesma hora muitas pessoas ricas se interessam. A ideia é fazer apenas um jantar com um corpo roubado no hospital em que Miguel trabalha. Mas as coisas vão aumentando de proporção, muitos se interessam, um sócio misterioso aparece e exige que eles não parem os jantares, o dinheiro e os elogios fazem a cabeça de alguns. 
A cada jantar mais ricos entram na lista de espera e os que já provaram não conseguem parar de ir, mais corpos são necessários e a a trama se torna ainda mais macabra, segundo o sócio Umberto, o paladar humano é o sentido mais importante, que comenda as pessoas, ninguém pensa na crueldade que os animais precisam sofrer para satisfazer nosso paladar e a partir do momento em que as pessoas provam a carne humana e percebem que é a melhor de todas também não se importam que o animal sacrificado seja o humano.
Não sei se o escritor é vegetariano, mas é algo a se pensar. Não é um livro para estômagos fracos. O plot twist não me pegou porque eu imaginei isso desde cedo, mesmo assim foi interessante ler o desenrolar. Provavelmente não leria de novo , não tenho sangue frio o suficiente e tive que pular algumas descrições minuciosas demais dos 'saborosos' pratos. Quem for ler, esteja preparado para perder o apetite por um tempo.

Jantar Secreto - Raphael Montes


"Aos dezenove anos é normal querer salvar o mundo, se sentir perdido na vida e ter que contar o dinheiro para pagar uma garrafa de cerveja — tudo isso ao mesmo tempo."



"Todo escritor que reclama de falta de tempo deveria matar alguém e curtir uns anos em cana. Dá para escrever uma obra maior do que a de Agatha Christie."
















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"(as pessoas eram tão difíceis), muitas vezes ia até o jardim e extraía de suas flores uma paz que homens e mulheres nunca lhe davam."


Depois que você cai, repetiu Septimus consigo mesmo, a natureza humana parte para cima de você."

"Conseguia raciocinar; conseguia ler, Dante por exemplo, com toda a facilidade (“Septimus, deixe o livro”, dizia Rezia, fechando delicadamente o Inferno), conseguia somar a conta; o cérebro estava perfeito; então devia ser culpa do mundo – que não conseguisse sentir."

Mesmo assim, o sol era quente. Mesmo assim, a gente superava as coisas. Mesmo assim, a vida arranjava um jeito de somar um dia ao outro."





Li uma mensagem falando para as pessoas não se chatearem quando são procuradoas apenas em casos de necessidades, pois se isso acontece você é a última luz de esperança na vida de quem procura. Não penso bem assim, todos nós precisamos de uma luz, mas alguns indivíduos estão na sua vida apenas para lhe tirar o brilho.
São os sugadores, você ajuda uma, duas vezes, e a pessoa automaticamente lhe tem como garantido. Não precisa fazer nenhum esforço na vida, basta buscar tudo o que precisa em você. Bom dia, como vai, precisa de alguma coisa, são expressões que não existem para essas pessoas. É uma via de mão única, eu preciso, eu quero, você pode, estou com um problema, eu, eu, é tudo que existe para essas pessoas.
Não é só porque podemos que devemos ser sempre a luz na vida de quem não se importa quando estamos na escuridão. Não é porque podemos que temos obrigação de atender quem não nos valoriza. É preciso também dizer não, porque eu não quero, porque eu não posso, porque eu mereço reciprocidade. Porque ninguém merece carregar o seu peso e o dos outros.



Ela era gorda, baixa, sardenta e de cabelos excessivamente crespos, meio arruivados. Tinha um busto enorme, enquanto nós todas ainda éramos achatadas. Como se não bastasse enchia os dois bolsos da blusa, por cima do busto, com balas. Mas possuía o que qualquer criança devoradora de histórias gostaria de ter: um pai dono de livraria.
Pouco aproveitava. E nós menos ainda: até para aniversário, em vez de pelo menos um livrinho barato, ela nos entregava em mãos um cartão-postal da loja do pai. Ainda por cima era de paisagem do Recife mesmo, onde morávamos, com suas pontes mais do que vistas. Atrás escrevia com letra bordadíssima palavras como “data natalícia” e “saudade”.
Mas que talento tinha para a crueldade. Ela toda era pura vingança, chupando balas com barulho. Como essa menina devia nos odiar, nós que éramos imperdoavelmente bonitinhas, esguias, altinhas, de cabelos livres. Comigo exerceu com calma ferocidade o seu sadismo. Na minha ânsia de ler, eu nem notava as humilhações a que ela me submetia: continuava a implorar-lhe emprestados os livros que ela não lia.
Até que veio para ela o magno dia de começar a exercer sobre mim uma tortura chinesa. Como casualmente, informou-me que possuía As reinações de Narizinho, de Monteiro Lobato.
Era um livro grosso, meu Deus, era um livro para se ficar vivendo com ele, comendo-o, dormindo-o. E completamente acima de minhas posses. Disse-me que eu passasse pela sua casa no dia seguinte e que ela o emprestaria.
Até o dia seguinte eu me transformei na própria esperança da alegria: eu não vivia, eu nadava devagar num mar suave, as ondas me levavam e me traziam.
No dia seguinte fui à sua casa, literalmente correndo. Ela não morava num sobrado como eu, e sim numa casa. Não me mandou entrar. Olhando bem para meus olhos, disse-me que havia emprestado o livro a outra menina, e que eu voltasse no dia seguinte para buscá-lo. Boquiaberta, saí devagar, mas em breve a esperança de novo me tomava toda e eu recomeçava na rua a andar pulando, que era o meu modo estranho de andar pelas ruas de Recife. Dessa vez nem caí: guiava-me a promessa do livro, o dia seguinte viria, os dias seguintes seriam mais tarde a minha vida inteira, o amor pelo mundo me esperava, andei pulando pelas ruas como sempre e não caí nenhuma vez.
Mas não ficou simplesmente nisso. O plano secreto da filha do dono de livraria era tranqüilo e diabólico. No dia seguinte lá estava eu à porta de sua casa, com um sorriso e o coração batendo. Para ouvir a resposta calma: o livro ainda não estava em seu poder, que eu voltasse no dia seguinte. Mal sabia eu como mais tarde, no decorrer da vida, o drama do “dia seguinte” com ela ia se repetir com meu coração batendo.
E assim continuou. Quanto tempo? Não sei. Ela sabia que era tempo indefinido, enquanto o fel não escorresse todo de seu corpo grosso. Eu já começara a adivinhar que ela me escolhera para eu sofrer, às vezes adivinho. Mas, adivinhando mesmo, às vezes aceito: como se quem quer me fazer sofrer esteja precisando danadamente que eu sofra.
Quanto tempo? Eu ia diariamente à sua casa, sem faltar um dia sequer. Às vezes ela dizia: pois o livro esteve comigo ontem de tarde, mas você só veio de manhã, de modo que o emprestei a outra menina. E eu, que não era dada a olheiras, sentia as olheiras se cavando sob os meus olhos espantados.
Até que um dia, quando eu estava à porta de sua casa, ouvindo humilde e silenciosa a sua recusa, apareceu sua mãe. Ela devia estar estranhando a aparição muda e diária daquela menina à porta de sua casa. Pediu explicações a nós duas. Houve uma confusão silenciosa, entrecortada de palavras pouco elucidativas. A senhora achava cada vez mais estranho o fato de não estar entendendo. Até que essa mãe boa entendeu. Voltou-se para a filha e com enorme surpresa exclamou: mas este livro nunca saiu daqui de casa e você nem quis ler!
E o pior para essa mulher não era a descoberta do que acontecia. Devia ser a descoberta horrorizada da filha que tinha. Ela nos espiava em silêncio: a potência de perversidade de sua filha desconhecida e a menina loura em pé à porta, exausta, ao vento das ruas de Recife. Foi então que, finalmente se refazendo, disse firme e calma para a filha: você vai emprestar o livro agora mesmo. E para mim: “E você fica com o livro por quanto tempo quiser. ”Entendem? Valia mais do que me dar o livro: pelo tempo que eu quisesse ” é tudo o que uma pessoa, grande ou pequena, pode ter a ousadia de querer.
Como contar o que se seguiu? Eu estava estonteada, e assim recebi o livro na mão. Acho que eu não disse nada. Peguei o livro. Não, não saí pulando como sempre. Saí andando bem devagar. Sei que segurava o livro grosso com as duas mãos, comprimindo-o contra o peito. Quanto tempo levei até chegar em casa, também pouco importa. Meu peito estava quente, meu coração pensativo.
Chegando em casa, não comecei a ler. Fingia que não o tinha, só para depois ter o susto de o ter. Horas depois abri-o, li algumas linhas maravilhosas, fechei-o de novo, fui passear pela casa, adiei ainda mais indo comer pão com manteiga, fingi que não sabia onde guardara o livro, achava-o, abria-o por alguns instantes. Criava as mais falsas dificuldades para aquela coisa clandestina que era a felicidade. A felicidade sempre iria ser clandestina para mim. Parece que eu já pressentia. Como demorei! Eu vivia no ar… havia orgulho e pudor em mim. Eu era uma rainha delicada.
Às vezes sentava-me na rede, balançando-me com o livro aberto no colo, sem tocá-lo, em êxtase puríssimo.
Não era mais uma menina com um livro: era uma mulher com o seu amante.

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Eu adoro dar uma fugidinha de casa. Não que a vovó não condene esse ato e me dê muitas broncas. Mas um gato precisa conhecer o mundo. Não o mundo inteiro, eu quero dizer a minha rua. Tenho muito trabalho aqui fazendo cara feia para gatos intrusos e até cachorros. Todos temem o leãozinho aqui, é só eriçar meus pelos e eles saem correndo.
Nessa rua onde sou o leão há uma casa bem maior do que a minha, onde sempre vejo alguns pequenos humanos. É claro que eles se apaixonaram por mim. Nessa casa mora Breno, um garotinho gordinho que adora ficar alisando meu pelo.
- Vem cá, bola de pelo, você quer morar na minha casa?
Ela fala acarinhando, faço charme, deito de barriga pra cima e dou umas mordidas só de eleve porque ele ainda parece uma espécie de bebê humano.
- Ei, Belé, você quer ser meu gatinho?
Por mais que o carinho esteja bom, sei que tenho que voltar pra casa correndo porque se a vovó me pega aqui fora, vou ouvir um sermão sem fim. Ela é a melhor humana do mundo, mas é muito protetora.
Logo quando Breno ia dividir comigo seu saboroso salgadinho, vejo o portão da minha casa se abrindo.
- Vem, Mingau! Quantas vozes falei pra você que não pode ficar na rua? Ah, bom dia, Breno!
Preparei uma cara de fofo para ser desculpado enquanto ele falava:
- Bom dia, dona Maria, eu queria tanto um gatinho assim. Eu sempre brinco com o seu gato. Ele é tão gostoso de alisar e apertar!
Muito bonito! O garoto entregou o meu segredo sobre as minhas saidinhas!
- Ah, que pena! Os irmãos do Mingau já foram doados, eu ofereci a sua mãe, mas ela não pôde ficar com nenhum. Infelizmente um gato não seria aceito em sua casa.
- Pôxa,mamãe e sua mania de que animais fazem mal! Mas eu queria que o Belé fosse meu! Desculpe, eu chamo ele de Belé, ele tem cara de Belé!
Os humanos fazem uma confusão com meu nome, primeiro eu pensei que meu nome era Não! Depois Desde daí! Agora eu entendo que essas palavras fazem parte das broncas. Minha vovó sorriu quando eu deitei novamente para ter minha barriga acariciada.
- Ei, ele está feliz, ele gosta do nome que você deu. Parece que vou ter que chama-lo de Belé também. Vamos fazer um rato, de vez em quando você pede a sua mãe pra vir ficar com o Belé aqui em casa, assim ele fica sendo um pouquinho seu também.
Adora eu tenho dois humanos, o pequeno humano ficou muito feliz e sempre vem me ver, a vovó fica toda animada, coloca um desenho na tv, ele joga bolinhas pra mim e temos momentos muito divertidos! 

(Daniele C.S)



Um livro cheio de surpresas, romance, reviravoltas, coisas aparentemente inexplicáveis e muitas lágrimas. Essa é a história de Rachel, uma adolescente que um dia está feliz, com seu namorado e amigos e de repente vê toda sua vida se transformar em um pesadelo. Rachel estava em um jantar com os amigos, um encontro antes de todos partirem para a universidade, tudo correndo bem até que um acidente acontece. Eles estão próximos à calçada quando um carro desgovernado se aproxima do restaurante, tudo acontece muito rápido, os amigos conseguem correr, mas ela fica presa, seu namorado Matt pensa em voltar por ela, mas é impedido pela amiga Cathy, é Jimmy que vai ao encontro de Rachel, mas não há tempo para que ambos se salvem. Jimmy morre salvando a amiga por quem ele sempre foi apaixonado, mas não teve coragem e tempo para se declarar, todos seguem a sua vida, menos Rachel, ela fica marcada para sempre pelo acidente.
Rachel vive em um mundo horrível, onde a depressão é sua única realidade, longe dos amigos e vendo o pai sofrer com um câncer, ela nunca entra na faculdade de jornalismo, termina o namoro com Matt, deixando-o livre para Cathy e não se relaciona com mais ninguém.
Mas e se Rachel tivesse outra chance, outra vida? Não é o sonho de muitos de nós viajar no tempo e resolver os problemas de anos atrás? Há coisas que são literalmente irremediáveis, como a morte e só uma solução mágica para resolver. Algo como universos paralelos, viagem no tempo, é isso que Rachel pensa quando acorda e dá de cara com o fantasma de Jimmy e seu pai totalmente curado, ou melhor, ela descobre que o acidente não teve um grande impacto no amigo, o pai nunca ficou doente, ela e Matt nunca romperam, ela fez jornalismo e trabalha com o que ama.
O mundo parece perfeito, mas ela não tem ideia de como chegou nesse país das maravilhas e ninguém entende ou acredita no mundo trágico que só ela recorda. São muitas reviravoltas, o livro é principalmente sobre romance, mas alguns diálogos românticos são previsíveis e a emoção fica por conta de formular teorias junto com Rachel e Jimmy sobre o que está acontecendo com ela. Até que descobrimos... e choramos muito. Aí sim, a parte romântica fica muito interessante e triste.
É muito fácil se apegar ao enredo de Uma curva no tempo, ele é ágil, intrigante e não tem enrolação. Não sei se já há filme baseado nele, mas se não tiver, dará um grande filme, desses de assistir com uma caixa de lenço ao lado.

“Ninguém nunca lhe disse que, quando se cria um mundo de fantasia, ele deve ser melhor que o mundo real... e não mil vezes pior?”

( Uma Curva no Tempo - Dani Atkins)





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At what Age is Someone Considered a Legal Adult in the US?



The age at which one is considered a legal adult in the US is typically 18. What defines a legal adult is ability to legally work, participate in contracts, vote, marry, give sexual consent, and join the military. Being a legal adult under 21 does not give one the right in most states to purchase alcohol, however.
The age one becomes a legal adult in the US is largely the age at which most children are considered adults in the world. A few countries set this age lower, but in most of the Western world, one is considered an adult at 18.
In some cases, a child under 18 is a legal adult especially for the purposes of marrying or signing contracts, prior to 18. This is rare and tends to occur if a child sues his or her parents for emancipation. An emancipated child is still a “minor,” however, and may not vote until he or she turns 18.
For many parents the term legal adult does not mean their children possess certain adult characteristics. For example, being an adult implies being able to make mature decisions, participate in civic matters, have self-control, and be responsible. Some 18-year-olds simply lack these characteristics and need further time to develop them. It concerns some parents that an 18-year-old can make life-altering decisions, like marrying early or joining the military, which may not have been made with significant forethought.

http://www.wisegeek.org/at-what-age-is-someone-considered-a-legal-adult-in-the-us.htm


Quotes




" Sentir pena de mim mesmo era uma arte."


"Eu tinha uma regra: melhor se entediar sozinho do que acompanhado. E quase sempre seguia essa ideia. Talvez por isso não tivesse amigos."

"Por toda minha juventude te busquei, sem saber o que buscava. W. S. Merwin"



"Outro segredo do Universo: às vezes, a dor era como uma tempestade que vinha do nada. A mais clara manhã de verão podia acabar em temporal. Podia acabar em raios e trovões."

"Tentei trazer meus pensamentos de volta à cozinha. Onde eu estava. Onde eu morava. Odiava essa história de morar na minha cabeça."


"É que o amor sempre me foi pesado. Algo que eu precisava carregar."

"Mas eu tinha aprendido a esconder meus sentimentos. Não, não foi assim, não precisei aprender. Nasci sabendo esconder o que sentia."

"Ele parecia tão feliz que cismei com isso, com sua capacidade de ser feliz. De onde vinha? Existia algum tipo de felicidade dentro de mim? Eu tinha medo dela?"

"Tinha decidido que aquele seria o meu verão. Se o verão fosse um caderno em branco, eu escreveria algo bonito nele. Com a minha própria caligrafia."

"— Quer dizer, quando vamos ter a sensação de que o mundo nos pertence? Quis dizer que o mundo nunca nos pertenceria. — Não sei — respondi. — Amanhã."

"Notei seu sorriso um pouco triste. Talvez todo mundo fosse um pouco triste. Talvez."


- Aristóteles e Dante descobrem os segredos do universo.











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Assim como muitos brasileiros, há algum tempo eu não sabia do que se tratava um dorama.

O drama japonês (テレビドラマ, terebi dorama?), também nomeado como dorama ou j-drama, é a designação dada aos dramas televisivos em língua japonesa realizados pela televisão do Japão. Todas as principais redes de televisão do país produzem uma variedade de séries dramáticas, incluindo romance, comédia, histórias de detetive, horror dentre outros.
Mas depois de ver bons comentários nas redes sobre doramas coreanos, resolvi seguir a dica de uma conhecida virtual e comecei a assistir Strong Girl Do Bong Soon na Netflix. Depois de me desencantar com The Walking Dead, Greys Anatomy e Scandal, nenhuma série conseguiu me prender. Eu inclusive estava cansada dessas séries com longas temporadas, onde parece que nem a produção sabe mais o sentido de continuar arrastando a historia.
Pois foi com Strong Girl Do Bong Soon que recuperei a vontade de maratonar uma série até o último episódio e ainda voltar para rever. O enredo trata-se de uma garota que nasceu com super força, assim como todas as mulheres de sua família, Bong Soon passa anos escondendo seus poderes para ter uma vida normal e também porque se abusar de sua força, ela a perderá.

Ela é uma jovem adulta sem emprego que sonha em desenvolver jogos, mas não consegue ser contratada. Até que um dia ela se envolve em uma briga para ajudar um idoso e é vista pelo CEO An Min Hyuk. Ele presencia a garota aparentemente frágil dando uma surra em vários homens fortes.
Min Hyuk acaba contratando Bong Soon como guarda-costas. Ela tem uma paixão secreta pelo policial Gook Doo, mas Min Hyuk dá a entender que também se interessa por ele, o que origina vários momentos engraçados. O relacionamento de Bong Soon e Min Hyuk é um dos mais bem construídos que assisti ultimamente, leve, divertido, cativante.
Além de romance e comédia, há uma  trama policial com um sequestrador de mulheres que ataca no bairro de Bong Soon e se torna seu inimigo pessoal.
O lado leve e romântico da série prevalece e é tudo que eu preciso depois de uma dia estressante de trabalho. Apenas uma temporada para ver e rever com garantia de final feliz e nada depressivo como a vida e a maioria das séries.



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Ativiade de Inglês - Non-action verbs
Essa atividade faz parte do curso My English Online e usei com meus alunos.

Read the words:

appear - parecer
 believe - acreditar
 belong - pertencer
 feel - sentir
 hate - odiar
 hear - ouvir

hope - esperar
 like - gostar
 look - olhar
 miss - sentir saudade
 prefer - preferir
 sound - parecer

Which are you more likely to feel?

(  ) satisfied
(  )school

Choose the correct non-action verb to complete each sentence.

1. I  ________taking this class. It starts too early in the morning! 
(  ) hate    (  ) feel

2. Dan doesn’t  ____that I don’t know how to drive.
(  ) believe    (  ) belong

3. I  ______________  to a book group, and now I’m joining a chess club!
(   ) belong     (   ) miss

4. The course is difficult, but I  the final exam is pretty easy.
(   ) hate    (   ) hear


5. Miranda always  tired because she stays up too late at night.
(   ) feels   (   )belong

6. My cousin lives in New York now, and I really  him.

(   ) belong    (   ) miss


Match each non-action verb to the correct definition:


understand

sound

appear

prefer

like

hope

1.to enjoy a person or thing

2 to seem a certain way when seen
to seem a certain way when heard
to like one person or thing more than another person or thing
to want or wish for something
to know what something means or how it works


Choose the correct non-action verb to complete each sentence.

  • prefer
  • understand
  • sounds
  • hope
  • hates
  • appears
1. Look, that man 


 to be lost. Let's help him.

2. We enjoy playing basketball, but we 
 playing computer games.
3. Wow, listen to Dana coughing. She 
 really sick.
4. Let’s watch something else. I don’t 
 this film.
5. Gail 
 biology, but she really likes math.
6. I 
 the train is on time. I don’t want to be late.