Atividade para 9º ano ( Concordância e Descritores do Saepe)

by - setembro 23, 2018


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Atividade de Língua Portuguesa

1.O verbo indicado entre parênteses adotará corretamente uma forma de plural ao preencher a lacuna das seguintes frases:
O verbo indicado entre parênteses adotará corretamente uma forma de plural ao preencher a lacuna da seguinte frase:
A) Eles não ... (haver) conseguido adiar a viagem.
B) Apenas o mais moço dos irmãos ... (obter) o passaporte.
C) Olhe só a chuva que ... (anunciar-se) nas nuvens!
D) Doenças, imprevistos, acidentes, ...(aparecer) tudo
ao mesmo tempo!
E) Os jornais onde ...(sair) a notícia não merecem crédito.

2. Identifique a alternativa que completa corretamente a frase:

Ele confirmou que nos ouvirá com prazer, mesmo que ____________ problemas que __________ considerados _______________.

(A) surja - sejam - incontornáveis.
(B) surjam - sejam - incontornáveis.
(C) surja - seja - incontornável.
(D) surjam - sejam - incontornável.
(E) surja - sejam - incontornável.

3. Não chove ... meses; mas a esperança e o vigor que sempre .... no sertanejo não o ... .

a)faz, existiu, abandonou
b)faz, existiram, abandonaram
c)fazem, existiu, abandonou
d)fazem, existiram, abandonaram
e)fazem, existiu, abandonaram

4. Como _______ meses que a produção estava parada, não______ peças______ para atender a clientela.

a) Faziam – haviam – suficientes
b) Fazia – havia – suficiente
c) Faziam – havia – suficiente
d) Fazia – havia – suficientes
e) Fazia – haviam – suficientes

5. 

De acordo com o último quadrinho desse texto, o menino
achou ruim o chá. B) piorou do resfriado. C) sentiu um calafrio. D) tomou todo o chá.

6. Leia o texto abaixo.
 O tempo não apaga
Há alguns anos, quase todo dia de manhã, quando eu abria o portão para ir ao trabalho, via um garotinho sorridente que passava por mim, a caminho da escola, e eu correspondia o sorriso sem palavras. Certo dia muito frio, percebi que ele estava de tênis, mas sem meias, apenas com uma calça curta e uma blusinha de uniforme. Perguntei se poderia lhe dar algumas roupas dos meus filhos, e ele, todo feliz, disse que precisava apenas de meias, mas que seu irmão precisava do restante. Combinei que no dia seguinte, quando ele passasse, lhe entregaria o material. Juntei todas as meias que pude, de todos os tamanhos e cores e dito e feito: com um “muito obrigado, senhora”, ele se foi. De vez em quando, ainda o via, mas com o passar do tempo não o vi mais... Até que certo dia a campainha soou e fui atender. Era um rapaz alto, mas aquele sorriso era o mesmo, me agradecendo mais uma vez pelas “meias” e, com um cesto de verduras verdinhas, me fez chorar... Ele me contou que as meias duraram muitos anos e em momento algum esqueceu o meu gesto. Às vezes, uma atitude tão simples faz toda a diferença na vida de alguém.
Seleções. Jan. 2011. p. 60. (P070350C2_SUP)

No final desse texto, o rapaz demonstrou ser
A)agradecido. B) debochado.
C) divertido. D) orgulhoso.

7. Leia o texto abaixo.
Joãozinho e os pronomes
Na escola: – Joãozinho!
– Sim, professora!
 – Por favor, diga-me dois pronomes.
 – Quem, eu?
– Muito bem, garoto!
Disponível em: . Acesso em: 3 dez. 2015. (P091384H6_SUP) (P091384H6)
O humor desse texto está
 A) na forma como o Joãozinho atende a professora.
 B) na maneira como a professora faz o pedido ao Joãozinho.
 C) no fato de Joãozinho responder corretamente sem intenção.
D) no jeito como a professora faz um elogio ao Joãozinho.

8. Leia o texto abaixo.
 Quando eu chegar ao Céu!
 Quando eu chegar ao Céu, de manhã, de tarde ou de noite, não sei ainda, pedirei para ir à biblioteca, onde curiosamente bisbilhotarei – com respeito – algumas obras. Quero reler a Invenção de Orfeu, de nosso Jorge de Lima, sofredor, telúrico1 e místico, homem bom, cirenaico2 , assim lhe chamou Rachel de Queiróz, quando ele morreu, novembro, 15, do ano de 1953.
 E pedirei, sim, para conversar com Manu, Manuel Bandeira, que se chamava Neném. Matarei saudades do dentuço Manuel, que foi o melhor ser humano que conheci, neste mundo. E gostaria de conhecer Chiquita do Rio Negro, que recusou casar-se com Ataulfo Nápoles de Paiva, conviva do baile da Ilha Fiscal. Escrevi sobre Chiquita. Li a sua biografia, escrita por Garrigou-Lagrange.
 Meu Deus, convocaria Jaime Ovalle, o tio Nhonhô, que morreu com a idade de Jorge de Lima. Ali, na biblioteca do Céu, conheceria o estupendo Ovalle, o do Azulão [...], o amigo de Manuel, íntimo de Londres e de Nova York.
Por fim, suplicaria para falar com João Guimarães Rosa, poliglota, com quem tão poucas vezes falei. E evocaria a posse do seu sucessor, na Casa de Machado. Esqueci-me completamente dessa posse, ai de mim.
E fui. Lá estava eu, 1968. Um ano depois da morte de Rosa. Mário Palmério falou sobre ele, como seu herdeiro. E gostei tanto do discurso, equilibrado, lúcido, original. Se me lembro. Foi procurar cartas íntimas de Rosa para grande amigo, médico e fazendeiro em Minas, Moreira Barbosa. Cartas de outrora. Deliciosas, fraternais, confiantes, de pura entrega. Reveladoras do ser complexíssimo, fechado, carente, que gostava de disfarçar, despistar, ir e vir, comensal3 do mistério. Saudarei a uns e outros na largueza dadivosa do Céu, turbilhão de amor, como dizia o insaciável Léon Bloy.
 *Vocabulário: 1 Telúrico: relativo ao que pertence à Terra. 2 Cirenaico: relativo aos que entendem o prazer como fim principal da vida. 3 Comensal: alimentado de; nutrido de.
VILLAÇA, Antônio Carlos. Disponível em: . Acesso em: 26 maio 2011. Fragmento. (P090373C2_SUP)

De acordo com esse texto, o amigo de Manuel, íntimo de Londres e de Nova York, era
A) Jorge de Lima.
 B) Ataulfo Nápoles.
C) Jaime Ovalle.
 D) Moreira Barbosa

9.
No segundo quadrinho desse texto, no trecho “Mas para abrir um negócio é preciso planejamento, capital, visão empresarial e um monte de...”, as reticências foram usadas para
 A) apresentar a continuação da fala do pai.
 B) indicar que o pai ficou desconfia do.
C) marcar que o pai foi interrompido.
D) mostrar a dúvida do pai sobre a pergunta.


10. Leia o texto abaixo.
 Mila
 Era pouco maior do que minha mão: por isso eu precisei das duas para segurá-la, 13 anos atrás. E, como eu não tinha muito jeito, encostei-a ao peito para que ela não caísse, simples apoio nessa primeira vez. Gostei desse calor e acredito que ela também. Dias depois, quando abriu os olhinhos, olhou-me fundamente: escolheu-me para dono. Pior: me aceitou.
 Foram 13 anos de chamego e encanto. Dormimos muitas noites juntos, a patinha dela em cima do meu ombro. Tinha medo de vento. O que fazer contra o vento?
Amá-la – foi a resposta e também acredito que ela entendeu isso. Formamos, ela e eu, uma dupla dinâmica contra as ciladas que se armam. E também contra aqueles que não aceitam os que se amam. Quando meu pai morreu, ela se chegou, solidária, encostou sua cabeça em meus joelhos, não exigiu a minha festa, não queria disputar espaço, ser maior do que a minha tristeza.
Tendo-a ao meu lado, eu perdi o medo do mundo e do vento. E ela teve uma ninhada de nove filhotes, escolhi uma de suas filhinhas e nossa dupla ficou mais dupla porque passamos a ser três. E passeávamos pela Lagoa. [...] Era uma lady, uma rainha de Sabá numa liteira inundada de sol e transportada por súditos imaginários.
No sábado, olhando-me nos olhos, com seus olhinhos cor de mel, bonita como nunca, mais que amada de todas, deixou que eu a beijasse chorando. Talvez ela tenha compreendido. Bem maior do que minha mão, bem maior do que o meu peito, levei-a até o fim.
Eu me considerava um profissional decente. Até semana passada, houvesse o que houvesse, procurava cumprir o dever dentro de minhas limitações. Não foi possível chegar ao gabinete onde, quietinha, deitada a meus pés, esperava que eu acabasse a crônica para ficar com ela.
Até o último momento, olhou para mim, me escolhendo e me aceitando. Levei-a, em meus braços, apoiada em meu peito. Apertei-a com força, sabendo que ela seria maior do que a saudade.

CONY, Carlos Heitor. In: SANTOS, Joaquim Ferreira dos. (Org.) As cem melhores crônicas do século. Rio de Janeiro: Objetiva, 2007. p. 271-272. Fragmento. (P090222F5_SUP)

No primeiro parágrafo desse texto, o narrador
 A) conhece o pensamento dos personagens.
 B) conta um fato observado por ele.
C) faz intromissões na história.
D) participa dos fatos narrados

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